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A Noite em que a Poesia Nativista Ecoou Mais Forte no Coração de Lages

  • 1 de jun.
  • 1 min de leitura

A Praça João Costa ficou pequena para a grandiosidade dos artistas que subiram ao palco do Recanto do Pinhão Aracy Paim na noite de sábado (31 de maio). Que privilégio testemunhar a força desse festival, que faz parte da programação da nossa 36ª Festa Nacional do Pinhão e que mantém viva a chama do nativismo!


A Consagração de uma Obra-Prima


A grande campeã da noite foi a milonga “Três Léguas de Solidão”, e preciso dizer que a vitória foi justíssima. Defendida pelo consagrado cantor Luiz Marenco, a composição tocou profundamente o público. Além do topo do pódio, a música — que tem letra de Sérgio Carvalho Pereira e melodia de Juliano Gomes e Ricardo Comasseto — levou para casa os prêmios de Melhor Letra e Melhor Melodia. Uma obra-prima completa!

O festival foi disputadíssimo, com 16 composições finalistas de altíssimo nível. O segundo lugar ficou com a empolgante Polca “Juntando Égua”, interpretada por André Teixeira e o incrível Quarteto Coração de Potro, que também faturou os prêmios de Música Mais Popular, Melhor Tema Campeiro, Melhor Conjunto Vocal e Melhor Instrumentista (com o talento de Gabriel Maculan). Já a terceira posição foi para a milonga “Sacramento”, que rendeu a Fernanda Lopes o merecido troféu de Melhor Intérprete.

Para mim, o inverno serrano ganha outra cor e outro calor quando a gaita e o violão choram no palco. É um lembrete de que, não importa o tempo que passe ou a velocidade do mundo moderno, as nossas tradições seguem fortes.



 
 
 

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